ESG Change • ESPM
HUB ESG
CHANGE
Uma área de conhecimento precisava virar território verbal, página, manifesto e vídeo institucional.
uma área de ESG
sem cair em
discurso sustentável?
> menos promessa
> mais competência
> menos tema
> mais território
[ ESG como mudança aplicada ]
O case ganhou corpo porque saiu do nome e virou ecossistema.
Os números abaixo não inventam performance. Eles organizam o que é verificável: entregas criativas, presença pública, arquitetura de conteúdo, continuidade institucional e ecos externos do Hub ESG Change.
A ESPM precisava organizar ESG como área de excelência.
A instituição estrutura suas expertises em hubs: espaços que concentram cursos, eventos, palestras, oficinas, comunidade e produção de conhecimento.
O desafio era lançar uma frente de ESG com linguagem própria. Não bastava criar uma página. Era preciso nomear a área, definir posicionamento e sustentar o discurso em vídeo e texto.
Minha atuação entrou na base verbal do projeto: naming, narrativa da página, manifesto, posicionamento e roteiro institucional.
Vídeo de posicionamento
O filme apresenta o Hub ESG Change como iniciativa de formação, comunidade e liderança para transformar ESG em impacto real.
Manifesto da página
O manifesto sustenta a área como espaço de investigação, formação e ação contínua.
Roteiro do vídeo em estrutura criativa
A peça audiovisual organiza o raciocínio do Hub em três movimentos: contexto, competência e convite.
ESG não podia aparecer como tema. Precisava aparecer como competência.
O risco era tratar ESG como pauta genérica. A solução foi construir um território de mudança aplicada, conectado à formação de lideranças, mercado e sociedade.
O nome Hub ESG Change condensou esse raciocínio: ESG como conhecimento em movimento, não como selo de intenção.
Depois da página, o hub continuou aparecendo em agenda, mídia e comunidade.
A pesquisa pública mostra o Hub ESG Change como frente viva dentro da ESPM: aparece em página institucional, guia de carreira, eventos, posts profissionais e menções externas. Isso reforça a função do trabalho verbal: dar nome e estrutura para uma área que precisava seguir circulando.
Hub como ambiente de curadoria ESG
A ESPM descreve o Hub ESG Change como ambiente com DNA ESPM, articulado à extensão, pós-graduação e stricto sensu.
Conteúdo em evolução
O guia público apresenta o ESG Change como publicação colaborativa, dinâmica e em hipertexto, conectada a uma comunidade engajada.
Evento, agenda e comunidade
O encontro público reuniu professores, alunos, ex-alunos, empresários e pesquisadores para discutir ESG e COP30.
Meeting citado em contexto ESG Rio
A Trinity registrou a edição do Meeting ESG Change Rio, realizada em 30 de maio na ESPM, dentro de uma leitura sobre agenda climática.
Hub ESG Change em fórum público
Matéria da CQS/FV cita Pedro Rivas, curador do Hub ESG Change da ESPM, em fórum sobre governança e incentivos fiscais.
Mercado, academia e sociedade
Post público apresenta o Hub ESG Change da ESPM como convite para encontro gratuito sobre COP30, com 21 reações e 2 comentários visíveis.
Direção verbal
para uma área estratégica
Criei a arquitetura textual que ajudou a transformar a iniciativa em território institucional. O trabalho uniu naming, manifesto, redação de página e roteiro.
Criei o naming Hub ESG Change para dar nome e direção à área.
Estruturei o posicionamento verbal do hub.
Redigi textos para a página institucional e seus blocos de apresentação.
Construí a lógica de manifesto para sustentar propósito, pilares e atuação.
Escrevi o roteiro do vídeo de lançamento e posicionamento.
A execução pediu organizar uma área inteira em linguagem.
A página precisava explicar o que o hub era, por que existia e como reunia cursos, comunidade, eventos e professores em uma mesma frente.
O vídeo precisava fazer outro trabalho: apresentar ESG como movimento de mercado e fechar com a ESPM como formadora de lideranças capazes de gerar impacto.
O corte foi estratégico. Nada de ESG como palavra bonita. A escrita precisava traduzir competência, estrutura e aplicação.
Um tema amplo virou território de marca.
O case mostra como naming, roteiro e redação institucional podem dar forma a uma área estratégica antes mesmo de qualquer campanha. A palavra não entrou no fim do processo; ela ajudou a organizar o próprio território.
O endosso público reforça essa leitura: o Hub aparece em página institucional, em guia de carreira, em evento, em registros sociais e em menções externas. A linguagem criada para o lançamento continuou sustentando cursos, comunidade, encontros e conteúdo.
Para o portfólio, ele prova uma competência central: transformar uma expertise da instituição em linguagem clara, publicável e reconhecível, com raciocínio de marca, UX writing, roteiro, manifesto e visão de ecossistema.
Ficha técnica
ESG não é discurso. É compromisso que precisa ser escrito todos os dias.
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